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segunda-feira, 17 de junho de 2013
Doença de pombo - Criptococose é um nome estranho, mas para adquirir a doença basta que o cidadão tenha convivência com pombos urbanos
Os perigos das infecções bacterianas ou por fungos estão relacionados a um processo infeccioso agudo, subagudo ou crônico. Em alguns casos é necessário internamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou pode levar à morte. A pessoa contaminada pode sentir calafrios, ter febre e sudorese. Entre os sintomas pulmonares estão tosse, presença de escarro, falta de ar e dor torácica. “Esta doença pode também comprometer outros órgãos, como o sistema nervoso central, podendo provocar alteração do nível de consciência, crises convulsivas, sonolência até levar ao coma”, explica. De acordo com o pneumologista, o tratamento depende do causador da infecção e pode ser feito via oral ou endovenoso, com o uso de antibióticos para bacteriana e para infecção fúngica, os antifúngicos.
A criptococose é transmitida por fungos (Cryptococcus Neoformans) encontrados nas fezes secas do animal. De acordo com o infectologista a doença não é comum, e o índice de mortalidade pode ser de 60% a 70% em pacientes com Aids ou outra doença imunodepressiva. “O aumento da população dessas aves nos centros urbanos favorece o aumento da incidência da enfermidade”, diz.
Ele lembra que a poeira dos ninhos e das fezes podem causar doenças como: ornitose: infecção pulmonar, doença infecciosa aguda, cujo agente etiológico, Chlamydia psittasi, tem afinidade pelo sistema respiratório superior e inferior. Os sintomas são: febre, cefaleia, mialgia, calafrios, tosse. Doença do tipo oportunista, pode ou não se desenvolver, dependendo do estado de saúde da pessoa.
Histoplasmose: infecção pulmonar cujo agente etiológico, Histoplasma capsulatum, tem afinidade pelo sistema respiratório. Os sintomas que podem ocorrer variam desde uma infecção assintomática até febre, dor torácica, tosse, mal estar geral, debilidade, anemia, etc. Doenças oportunistas: o indivíduo pode ou não desenvolver a doença, dependendo de seu estado de saúde.
Criptococose: inflamação no cérebro – meningite aguda cujo agente etiológico, Criptococus neoformans, tem afinidade pelo sistema nervoso central. Os sintomas são: febre, tosse, dor torácica, podendo ocorrer também cefaleia, sonolência, rigidez da nuca, acuidade visual diminuída, agitação, confusão mental. São transmitidas através da inalação de poeira contendo fezes de pombos contaminadas pelos agentes etiológicos
Salmonelose: doença infecciosa aguda, cujo agente etiológico, Salmonela typhimurium, tem afinidade pelo sistema digestivo. Alguns dos sintomas são: febre, diarreia, vômitos, dor abdominal. É transmitida através da ingestão de alimentos contaminados com fezes de pombos contendo o agente etiológico.
Dermatites: são provocadas pela presença de ectoparasitas (ácaros) na pele, provenientes das aves ou de seus ninhos.
Alergias: os piolhos e as penas, além de incomodarem, causam sérias alergias.
Essas doenças podem ser adquiridas no próprio meio ambiente, porém não podemos esquecer que Criptococose está diretamente ligada a ambientes climatizados artificialmente e até mesmo ambientes fechados, já que os pombos fazem seus ninhos em casas de máquinas, dutos e até mesmo interiores de residências e comércios.
#fique alerta
Matéria completa disponível em: http://arquivo.dm.com.br/texto/gz/121623
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Seis de dez restaurantes de “fast-food” na Inglaterra têm mais bactérias no gelo do que no vaso sanitário
Conheça os micro-organismos perigosos que se escondem nas academias
De acordo com a dermatologista Dra. Camila Hofbauer, o suor depositado em aparelhos pode ser um local propicio para a proliferação de micro-organismos. “As principais doenças cutâneas que podem ser transmitidas por contato com superfícies contaminadas são as micoses, infecções virais, como verrugas, e infecções bacterianas, como o impetigo”, alerta.
Um dos fatores que aumentam as chances de contaminação é a pouca ventilação que existe nas academias. O uso de aparelhos de ar condicionado e dezenas de ventiladores espalhados no ambiente não permite que o ar circule e mantém o local em temperaturas altas.
Caso o atleta opte pelas toalhas individuais, também não terá problemas. “Ela ajuda pois funciona como uma barreira a mais”, comenta Camila.
Porém, o jeito mais eficiente de se manter protegido é fazer a higienização adequada do local. “Apesar da roupa e da toalha ajudarem a proteger a pele, a limpeza do equipamento com álcool 70° é suficientemente efetiva”, diz a dermatologista.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Austrália recomenda que crianças não assoprem velinhas no aniversário
O ritual de soprar as velinhas ao cantar parabéns nos aniversários será diferente para as crianças australianas. As novas regras de higiene definidas pela Associação Nacional de Saúde e Conselho de Pesquisa Médica da Austrália (NHMRC) consideram que a prática ajuda a propagar germes. De acordo com o Australia's Daily Telegraph, as diretrizes aconselham as creches e escolas a fornecer um cupcake (bolo individual) para soprar as velas e evitar a propagação de doenças. "As crianças gostam de soprar as velas enquanto seus amigos estão cantando parabéns, mas para evitar a propagação de doenças, a criança deve ter um bolo separado com uma vela e outros bolinhos individuais para os amigos", afirma o documento.O NHMRC orienta as equipe das creches e escolas a limparem os brinquedos, maçanetas, pisos e almofadas com desinfetante diariamente para destruir os germes. As crianças, por sua vez, devem passar álcool nas mãos antes e depois de brincar em parquinhos com areia.Os médicos australianos, no entanto, acreditam que as diretrizes são exageradas, visto que a exposição a bactérias é essencial para o desenvolvimento de um sistema imunológico saudável. "Se alguém espirrar em um bolo, eu provavelmente não vou quer comê-lo também, mas se você está soprando as velas não são muitos organismos transferidos para o bolo", pondera o médico Steve Hambleton, em entrevista ao News Ltd."É normal e saudável ser exposto a uma quantidade de bactérias que se acumulam no sistema imunológico. Se você vive em uma bolha de plástico terá infecções mais tarde que não consegue curar", afirma Hambleton. O NHMRC também pede aos pais que considerem deixar os filhos em casa, caso estejam doentes, para evitar a propagação de infecções aos colegas. O órgão também destaca que as escolas devem ignorar o atestado médico da criança, caso os professores suspeitem que ela não esteja saudável.
Originak disponível em: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/02/08/australia-recomenda-que-criancas-nao-assoprem-velinhas-no-aniversario.htm
Postado por Juliano Ciasca Giaretta
